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DOENÇAS

Mioma uterino

Mioma Uterino

Mioma Uterino é um tumor benigno (não cancerígeno) composto de tecido muscular e fibroso que se desenvolve no útero, sendo o tumor pélvico mais comum em mulheres na fase reprodutiva. Os sintomas envolvem sangramento uterino excessivo e prolongado, dor pélvica, aumento da frequência urinária, constipação, aumento do volume abdominal, dor durante a relação sexual e infertilidade. O diagnóstico geralmente envolve exame físico e ultrassonografia, e o tratamento é indicado apenas quando os miomas causam desconfortos, com opções que vão de medicamentos a procedimentos cirúrgicos.

Pólipo uterino

Pólipo Uterino

Pólipo Uterino é um crescimento benigno e amolecido na parede interna do útero (endométrio) ou no colo do útero (endocérvix), causado por proliferação celular. Embora a maioria seja assintomática, pode causar sangramento vaginal irregular, menstruação com fluxo aumentado ou prolongado, sangramento após relações sexuais e dificuldade para engravidar. O diagnóstico é feito por exames de imagem como o ultrassom e a histeroscopia. O tratamento se chama polipectomia para a remoção cirúrgica do pólipo, é um procedimento rápido e realizado sem cortes, sob anestesia.

Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)

Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), antigamente chamadas de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), são infecções causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos transmitidos principalmente por contato sexual. Exemplos incluem herpes genital, sífilis, gonorreia, HIV, HPV e hepatites virais. A transmissão ocorre por contato direto com fluidos corporais infectados em relações sexuais (vaginal, anal ou oral) desprotegidas. 

Os sintomas podem variar e incluir secreções genitais anormais, ardência ao urinar, feridas, bolhas ou verrugas (nos genitais, boca ou ânus) e sangramentos incomuns. Algumas ISTs podem não apresentar sintomas, por isso o teste é a única forma de confirmar a infecção. 

Algumas ISTs têm cura, como a sífilis e a gonorreia, e podem ser tratadas com medicamentos. Outras, como o HIV, não têm cura, mas o tratamento pode controlar a infecção e aumentar a qualidade de vida. A principal forma de prevenção é o uso de preservativos (camisinha) em todas as relações sexuais. Educar-se sobre ISTs e fazer exames periódicos também são medidas essenciais. 

Não é vergonhoso procurar uma ginecologista para diagnóstico e tratamento. O tratamento precoce é crucial para evitar a transmissão para outras pessoas e prevenir complicações, como infertilidade, danos a órgãos e aumento do risco de contrair HIV. 

Infecções Urinárias

Infecções Urinárias

Entre os tipos de infecções urinárias tratadas por ginecologista está a Cistite, uma inflamação da bexiga, geralmente causada por infecção bacteriana. É mais comum em mulheres devido à uretra ser mais curta, o que facilita a entrada de bactérias na bexiga. Os sintomas incluem ardência ao urinar, vontade frequente e urgente de urinar, urina turva ou com cheiro forte, dor pélvica e febre baixa. O diagnóstico é feito através da avaliação dos sintomas e exames de urina, como a urocultura com antibiograma, para identificar a bactéria e o tratamento mais eficaz. O tratamento principal é feito com antibióticos e higiene adequada.

Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)

Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)

A Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é um distúrbio hormonal que se manifesta com irregularidade menstrual, acne, seborreia, excesso de pelos, queda de cabelo e dificuldade para engravidar. Caracteriza-se pelo desenvolvimento de múltiplos pequenos cistos (folículos) nos ovários que contêm óvulos imaturos e impedem a ovulação regular. 
A SOP está associada a um maior risco de obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardíacas e problemas metabólicos e psicológicos, como depressão e ansiedade. O diagnóstico é baseado em sintomas, exames de sangue e ultrassonografia, sendo o tratamento focado no controle dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Dependendo da necessidade, pode ser prescrito um método anticoncepcional para regular o ciclo menstrual e os níveis hormonais.

Candidíase e Vaginose Bacteriana

Candidíase e Vaginose Bacteriana

Candidíase e Vaginose Bacteriana são infecções vaginais distintas: a candidíase é causada por fungo e causa coceira intensa, inchaço e corrimento branco e espesso, enquanto a vaginose é causada por um desequilíbrio bacteriano e tem como principal sintoma um corrimento acinzentado ou amarelado com odor de peixe. A identificação correta dos sintomas é feita na consulta com ginecologista. O tratamento envolve antifúngicos (comprimidos, óvulos, pomadas) para candidíase e antibióticos, para vaginose. Às vezes ambos os problemas estão associados e devem ser tratados em conjunto.

Endometriose

Endometriose

A Endometriose é uma doença inflamatória crônica em que um tecido semelhante ao do endométrio cresce fora da cavidade uterina, principalmente na pelve, causando dor pélvica, cólicas intensas e dor na relação sexual. Suas causas exatas são desconhecidas, mas envolvem fatores hormonais, genéticos e imunológicos. O diagnóstico é feito por ginecologista que solicitará exames de imagem como ressonância e ultrassom associados aos sintomas relatados pela paciente.

Não há cura para a endometriose, mas o tratamento tem o objetivo de controlar os sintomas e a evolução da doença. No tratamento medicamentoso usa-se análogos hormonais para suspender a menstruação, controlando a inflamação. No tratamento cirúrgico são removidos os focos de endometriose e das aderências que causam os sintomas, principalmente nos casos mais graves ou que não respondem à medicação.

Adenomiose

Adenomiose

A Adenomiose é uma condição em que o tecido do revestimento interno do útero, o endométrio, cresce para dentro da camada muscular do útero, o miométrio. Essa infiltração causa aumento do útero, sangramentos intensos e cólicas fortes, e é diagnosticada por ginecologista que solicitará exames como ultrassom e ressonância magnética. O tratamento envolve medicamentos hormonais ou anti-inflamatórios para controlar os sintomas, e tratamento cirúrgico se chama histerectomia (retirada do útero) como a única alternativa para interromper o problema de forma definitiva. 

Doença Inflamatória Pélvica (DIP)

Doença Inflamatória Pélvica (DIP)

A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma infecção nos órgãos reprodutores femininos superiores (útero, trompas e ovários). Os sintomas podem incluir dor no abdômen ou pelve, corrimento vaginal com cheiro ou cor (amarelo, verde), sangramento irregular, dor durante o sexo, dor ao urinar e períodos menstruais mais intensos e dolorosos. O tratamento é feito com antibióticos, e a prevenção envolve o uso de camisinha e consultas regulares com ginecologista.

Lesões de HPV

Lesões de HPV

As lesões de HPV podem se apresentar como: 1) verrugas genitais (condilomas visíveis – que podem ser múltiplas ou única e variar de tamanho), 2) lesões mais difíceis de enxergar (subclínicas – não visíveis a olho nu) e 3) neoplasias intraepiteliais (NIC, NIV, NIVA, NIA – que são lesões pré-cancerosas que podem evoluir para câncer se não tratadas). Podem aparecer no pênis, vulva, vagina, colo do útero ânus, boca e garganta. Os sintomas manifestam-se com coceira, ardência ou desconforto no local das lesões. Existe também a ausência de sintomas, pois o vírus pode ser silencioso por anos. É necessário consultar o ginecologista para o diagnóstico correto das lesões de HPV, somente com o tratamento adequado pode-se evitar a progressão para o câncer.

Climatério e menopausa

Climatério e menopausa

O Climatério é o período de transição na vida da mulher que marca a passagem da fase reprodutiva para a não reprodutiva, enquanto a Menopausa é o marco da finalização dessa transição, que se caracteriza pela última menstruação, ocorrendo após mais de 12 meses sem menstruar. Durante o climatério, os ovários diminuem a produção de hormônios como estrogênio e progesterona, o que pode causar sintomas como ondas de calor, suores noturnos, tonturas, alterações de humor com irritabilidade, ansiedade e depressão, diminuição da libido, ressecamento vaginal, queda de cabelo e aumento da fragilidade óssea (osteoporose). O tratamento para o alívio dos sintomas é feito com terapia hormonal para reposição de estrogênio e progesterona, prescrito e acompanhado por ginecologista.

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